domingo, 8 de novembro de 2015

A CARNE É FRACA, MAS ENLATADA


Foi venda de carne enlatada, explica o “Nobre” Deputado e presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Esta será a explicação e a defesa apresentada a Câmara para justificar os milhões que movimentou em moeda estrangeira sem declaração à Receita Federal, segundo denúncia já formalizada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa será apresentada ao Conselho de Ética da Casa, onde enfrenta processo por quebra de decoro parlamentar, Cunha dirá que desconhecia a origem do depósito de 1,3 milhão de francos suíços mantidos em nome do deputado em um fundo na Suíça.

Assim sendo, para evitar a cassação de seu mandato, o peemedebista tentará convencer os pares que o montante é relativo à venda de carne enlatada para a África e a operação no mercado financeiro. 

Fonte: http://blogoosfero.cc/crabastos/blog/a-carne-e-fraca-mas-enlatada   

FÁBULA DA FREIRA NA FEIRA FRIA DE FRIBURGO

História Fera esta da Freira que passa Frieira na Feira Fria de Friburgo.

Fora fato fatídico da Freira com a Noviça Feliz.

A Freira fitava-a, desde a mais fina adolescência, a Feliz Noviça da Feira de Friburgo.

A Frieira que a Freira passa a Feliz Noviça fora um fato consumado de fervorosa fornicação no fundo da Feira.

Fofocas da fornicação fervorosa da Freira no fundo da Feira Fria de Friburgo com a Feliz Noviça, que ficou mal Falada.

No fundo escuro da Feira Fria, fria de fato, a frieira foi fungo das falanges da Freira que na fornicação forneceu.

A Freira fez da Feliz Noviça de Friburgo a Freirinha mal falada.

Falações e fofoca sobre a Freira que passa Frieira na Feira Fria de Friburgo que fornece fungos da falange após fornicação com a Noviça Feliz!

Ah! Fria Friburgo não há mais Freiras, não há mais Feiras, fato da fornicação que forneceu frieira a Freirinha que já foi Feliz!


sábado, 22 de agosto de 2015

CORUMBIARA, CASO ENTERRADO SERÁ DEBATIDO NA USP

Após lançamento em Brasília, Corumbiara, caso enterrado será debatido na USP


AGOSTO 22, 2015 - BY ADMIN

Corumbiara, caso enterrado cumpriu mais uma importante etapa: o lançamento em Brasília, na última terça-feira, 18 de agosto, foi o terceiro neste primeiro mês de vida do livro-reportagem que conta a história do chamado “massacre de Corumbiara”. O Balaio Café, na Asa Norte, recebeu pessoas de diferentes áreas de atuação interessadas em saber mais sobre o conflito agrário ocorrido há vinte anos no sul de Rondônia.

Exatamente 30 dias depois do evento de lançamento em São Paulo, já se pode dizer que o trabalho tem cumprido um papel importante no resgate histórico de um capítulo esquecido do Brasil pós-ditadura. Enquanto a maior parte da imprensa decidiu ignorar o “aniversário” de duas décadas do caso, no último 9 de agosto, o livro-reportagem foi um instrumento importante para quem não quis deixar a data passar em branco. Leitores de todo o país têm enviado mensagens de apreço por Corumbiara, caso enterrado, enaltecendo a tentativa de mostrar a complexidade das diferentes versões sobre o caso.

Em julho de 1995, famílias sem-terra ocuparam um pedaço da fazenda Santa Elina, de 18 mil hectares, localizada entre Corumbiara e Chupinguaia, em Rondônia. Durante operação de reintegração de posse iniciada na madrugada de 9 de agosto, doze pessoas morreram – nove posseiros, dois policiais e uma pessoa não identificada. Cinco anos mais tarde, foram condenados três PMs e dois líderes da ocupação. O resumo desta história em um parágrafo é insuficiente. Por entendermos que é preciso ir muito mais a fundo, lançamos Corumbiara, caso enterrado.

Agora, vamos à próxima etapa. O livro será debatido no dia 3 de setembro, às 19h30, na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Os professores Dennis de Oliveira e Luciano Maluly, do Departamento de Jornalismo e Editoração, reunirão os alunos para uma conversa com o autor, João Peres, e com o coordenador editorial da Editora Elefante, Tadeu Breda. O evento é aberto ao público. Esperamos vocês!


 Leia também:

Corumbiara, caso enterrado será lançado em Brasília

Livro sobre Massacre de Corumbiara repercute na mídia nacional

Na semana em que ignoramos o ‘massacre de Corumbiara’, outra tragédia nos bate à porta

MESQUITA, H. A. Corumbiara: o Massacre dos Camponeses. Rondônia, 1995. 2001. Tese (Doutorado em Geografia Humana) FFCLH/USP. São Paulo. Acesso em:  http://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/viewfile/887/905

FILME "CORUMBIARA - O MASSACRE DOS CAMPONESES"

09 DE AGOSTO 20 ANOS DO MASSACRE DE CORUMBIARA


terça-feira, 11 de agosto de 2015

A LUTA DE CLASSES: Domenico Losurdo

A Boitempo lança o livro A luta de classes: uma história política e filosófica, do marxista italiano Domenico Losurdo. Depois de seu aclamado A linguagem do império: léxico da ideologia estadunidense, Losurdo se volta para o conceito e a prática da luta de classes e sua atualidade diante da atual crise econômica que se alastra, e provoca: “é certo que a luta de classe tenha de fato desaparecido?”

 

A LUTA DE CLASSES: Domenico Losurdo

UMA HISTÓRIA POLÍTICA E FILOSÓFICA

Domenico Losurdo, Boitempo Editorial



A luta de classes acabou? É ela somente o conflito que se verifica na fábrica entre operário e capitalista? Eis algumas reflexões a que nos convida a obra do filósofo italiano Domenico Losurdo. 
Munido de um materialismo histórico que reconhece suas raízes em Hegel e sem abdicar da herança deixada não só por Marx e Engels, mas também aquela de grandes teóricos e revolucionários marxistas, a obra de Losurdo, em doze capítulos de apurado senso crítico, abre-se a um rigoroso debate com importantes expoentes do pensamento filosófico de ontem e de hoje. Percurso, aliás, no qual o leitor é levado a encontrar curiosas afinidades. Jürgen Habermas e Hannah Arendt esposaram o ocaso da luta de classes já sob o capitalismo, o primeiro fazendo ver as conquistas do Welfare State, a segunda sustentando de modo miraculoso e unilateral a função redentora da tecnologia. Mas não teriam sido os liberais Alexis de Tocqueville e J. S. Mill, ainda no século XIX, a lançar a ideia da dissipação das classes por obra do progresso europeu? Para o autor, mais sólidas são as conclusões do Manifesto comunista: a sociedade burguesa não aboliu as classes, apenas “estabeleceu novas condições de opressão” (p.73).
E é a Marx que a obra nos faz voltar para demonstrar que a luta de classes, mais que esvaecida, deve ser declinada no plural. Assim, não faria sentido a oposição entre emancipação e reconhecimento, cara à tese da primazia hodierna da luta feminista, dos afrodescendentes. E nesse quadro plural emerge também a luta nacional, até mesmo em sua dimensão diplomática ou geopolítica. Parte-se das referências de Marx às lutas de independência da Irlanda, do Lenin que se debruça sobre o problema do imperialismo, da Argélia que interessou a Fanon, da China de Mao e Deng. Uma discussão, de fato, essencial ao Brasil de hoje, envolto em acerbadas lutas de rua, mas também em um ciclo de reconhecimento de direitos e ainda em uma nova configuração geopolítica mundial.
Texto de Marcos Aurélio da Silva] Professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: SILVA, Marcos Aurélio da, Le Monde Diplomatique Brasil, julho 2015, pg. 39.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Livro sobre Massacre de Corumbiara repercute na mídia nacional


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Previsto para ser lançado no próximo dia 20, em São Paulo, o livro “Corumbiara, caso enterrado” (capa do livro na imagem principal desta matéria) deve promover o resgate de um dos episódios mais trágicos da história do Cone Sul de Rondônia. O conflito entre sem-terra e policiais militares na zona rural de Corumbiara resultando na morte de 12 pessoas aconteceu em agosto de 1994, e até hoje seu desfecho ainda é motivo de questionamentos, os quais são potencializados por uma espécie de “lei do silêncio” que paira sobre o caso.
Mas graças ao trabalho do jornalista paulistano João Peres o episódio deve voltar a ser debatido. Fruto de um intenso trabalho de pesquisas feitas pelo repórter, que entre 2.013 e 2.014 esteve várias vezes em Rondônia para ouvir pessoas que tiveram relação com o caso, o livro já começa a causar repercussão antes mesmo do lançamento. A obra está sendo lançada pela Editora Elefante.
No último dia 29 o próprio autor do livro-documentário produziu matéria relatando os bastidores de sua empreitada no site Agência Pública (referência de reportagens e jornalismo investigativo), a qual foi reproduzida ontem (quinta-feira 02) na página eletrônica da Carta Capital, uma das mais respeitáveis revistas de notícias do país.
No texto, Peres descreve a dificuldade que enfrentou para quebrar o silêncio de vários implicados no ocorrido, e o clima de tensão que paira sobre a comunidade em geral quando o assunto diz respeito a questão fundiária. Além da matéria, ilustrada com várias fotos, o autor também disponibilizou aos interessados o primeiro capítulo de seu livro na íntegra.
 Confira nos links abaixo as duas reportagens:


Leia o primeiro capítulo de “Corumbiara, caso enterrado”:
No profile abaixo da rede social Facebook mais informações sobre a publicação:
Foto: Divulgação

quinta-feira, 2 de julho de 2015

EM ENCONTRO ESTADUAL CTB RELEMBROU VÍTIMAS DO MASSACRE DE CORUMBIARA

O Presidente da central, Francisco Batista, falou sobre a importância de falar sobre o assunto.


Porto Velho, RO – O presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) em Rondônia, Francisco Batista, disse que um dos maiores motes abordados no encontro estadual da entidade, que foi realizado nos dias 27 e 28 em Ariquemes, foi o de relembrar as vítimas do massacre de Corumbiara.
“Relembrar as vítimas do massacre de Corumbiara, que ocorreu há quase 20 anos, é nossa obrigação enquanto defensores dos trabalhadores. Pessoas sofreram e ainda não há uma resposta que possa acalantar as famílias dessa gente e a própria sociedade”, destacou Pantera.

domingo, 21 de junho de 2015

LIVRO DESMATAMENTO, GRILAGENS E CONFLITOS AGRÁRIOS NO AMAZONAS





Um dos livros mais expressivos sobre o problema agrário na Amazônia. Fundado em sua experiência, o autor historiciza a situação da luta pela terra na região amazônica, enfatizando o drama vivido pelos seringueiros, índios, posseiros e caboclos ameaçados pelo avanço do latifúndio e dos agentes a serviço dos “grileiros” e grupos interessados em ocupar e se apropriar das riquezas da Amazônia.
















AUTOR: JOSÉ BARBOSA DE CARVALHO. 262, pg.
Informações e vendas direto com Autor: José Barbosa de Carvalho barbosa_sepror@hotmail.com ou na LivrariaValer Manaus, com entrega via Correios para todo o Brasil.

Página no Facebook:


Um dos livros mais expressivos sobre o problema agrário na Amazônia intitulado “Desmatamentos, Grilagens e Conflitos Agrários no Amazonas” do Engenheiro e pesquisador agrônomo José Barbosa de Carvalho.

A obra é fundada no estudo da situação de luta pela terra na região amazônica, enfatizando o drama vivido pelos seringueiros, índios posseiros e caboclos ameaçados pelo avanço do latifúndio e dos agentes a serviço dos “grileiros” e grupos interessados em ocupar e se apropriar das terras e riquezas da Amazônia.

Aproximadamente 15 milhões de camponeses simplesmente não têm nenhuma propriedade rural, o que por si só explica a intensidade dos conflitos de terra que a cada dia cresce, em que segundo o autor, 1% dos proprietários rurais controla 50% das terras agricultáveis, onde a maioria dessas terras simplesmente não está incorporada ao processo produtivo, cenário propício à conflitos.

A obra trata ainda da questão indígena, as grilagens de terra no Amazonas, os conflitos aquáticos e agrários, os desmatamentos e queimadas, a lei de regularização fundiária na Amazônia e as metas fixadas pelo Brasil no encontro de Copenhague (cop-15).

Desmatamentos, Grilagens e Conflitos Agrários no Amazonas, por apresentar uma pesquisa feita com precisão e riqueza de dados, serve como material de consulta obrigatória para professores, estudantes, profissionais de agronomia e todos aqueles que de uma forma ou outra vivem a questão agrária no Amazonas.

José Barbosa de Carvalho nasceu no ano de 1954 em Cambira, município de Jandaia do Sul, Estado do Paraná. Aos 16 anos de idade, chegou à Amazônia acompanhado da família que, incentivada pelo regime militar, fixou-se no km 101 da rodovia Transamazônica com o objetivo de “explorar” uma colônia do Incra, de cem hectares. Em 1973, transferiu-se para Manaus a fim de prosseguir seus estudos e trabalhar na construção do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Formou-se engenheiro agrônomo em 1984, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Foi repórter do jornal Tribuna da Luta Operária e editor de o Tribuna da Chapada.

Desde então ocupou cargos de destaques na área da Administração Agrária no Estado, o ultimo deles é Assessor I, na Sepror, Secretaria de Estado de Produção Rural desde 2007.