terça-feira, 8 de dezembro de 2015

CEBRAPAZ CONTRA O GOLPISMO


Cebrapaz: contra o golpismo, em defesa da democracia e do Brasil


O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz une-se aos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, aos movimentos sociais e às lideranças ultrajadas pelo crescendo golpista que enfrentamos desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, no final de 2014. Entretanto, a perplexidade não nos desmobiliza para o enfrentamento ao retrocesso, à intentona ilegítima e desqualificada de impeachment, fartamente documentada como fraudulenta.
Somamo-nos aos movimentos sociais decididos a resistir e a ocupar as ruas contra os ataques criminosos às conquistas sociais e dos trabalhadores. Além disso, defendemos a democracia de forma determinada, recusando-nos firmemente a aceitar o retrocesso na consolidação da nossa jovem democracia.
Saudamos as iniciativas de mobilização convergente e unificada na defesa da democracia, acima de tudo. Somamo-nos ainda à agenda de atos dos movimentos sociais, que tomarão as ruas no dia 16 de dezembro, numa frente popular e sem medo entre as forças democráticas.
Os golpistas não aterrorizarão o povo na defesa das suas conquistas e na mobilização pela exigência de avanços, por mais direitos e mais democracia. A bandeira da direita e da extrema-direita, tanto no Brasil como na América Latina e no mundo, é a do retrocesso, a da perda de direitos e de soberania nacional, à serviço e patrocinada pelo imperialismo.
O ataque frontal à democracia, em pleno século 21, não triunfará!
No Brasil, na América Latina e no mundo, os povos, unidos, derrotarão o imperialismo, a dominação e o retrocesso, na construção de um sistema justo, de democracia e de paz!
Socorro Gomes,
Presidenta do Cebrapaz

8 de dezembro de 2015

domingo, 8 de novembro de 2015

A CARNE É FRACA, MAS ENLATADA


Foi venda de carne enlatada, explica o “Nobre” Deputado e presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Esta será a explicação e a defesa apresentada a Câmara para justificar os milhões que movimentou em moeda estrangeira sem declaração à Receita Federal, segundo denúncia já formalizada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A defesa será apresentada ao Conselho de Ética da Casa, onde enfrenta processo por quebra de decoro parlamentar, Cunha dirá que desconhecia a origem do depósito de 1,3 milhão de francos suíços mantidos em nome do deputado em um fundo na Suíça.

Assim sendo, para evitar a cassação de seu mandato, o peemedebista tentará convencer os pares que o montante é relativo à venda de carne enlatada para a África e a operação no mercado financeiro. 

Fonte: http://blogoosfero.cc/crabastos/blog/a-carne-e-fraca-mas-enlatada   

FÁBULA DA FREIRA NA FEIRA FRIA DE FRIBURGO

História Fera esta da Freira que passa Frieira na Feira Fria de Friburgo.

Fora fato fatídico da Freira com a Noviça Feliz.

A Freira fitava-a, desde a mais fina adolescência, a Feliz Noviça da Feira de Friburgo.

A Frieira que a Freira passa a Feliz Noviça fora um fato consumado de fervorosa fornicação no fundo da Feira.

Fofocas da fornicação fervorosa da Freira no fundo da Feira Fria de Friburgo com a Feliz Noviça, que ficou mal Falada.

No fundo escuro da Feira Fria, fria de fato, a frieira foi fungo das falanges da Freira que na fornicação forneceu.

A Freira fez da Feliz Noviça de Friburgo a Freirinha mal falada.

Falações e fofoca sobre a Freira que passa Frieira na Feira Fria de Friburgo que fornece fungos da falange após fornicação com a Noviça Feliz!

Ah! Fria Friburgo não há mais Freiras, não há mais Feiras, fato da fornicação que forneceu frieira a Freirinha que já foi Feliz!


sábado, 22 de agosto de 2015

CORUMBIARA, CASO ENTERRADO SERÁ DEBATIDO NA USP

Após lançamento em Brasília, Corumbiara, caso enterrado será debatido na USP


AGOSTO 22, 2015 - BY ADMIN

Corumbiara, caso enterrado cumpriu mais uma importante etapa: o lançamento em Brasília, na última terça-feira, 18 de agosto, foi o terceiro neste primeiro mês de vida do livro-reportagem que conta a história do chamado “massacre de Corumbiara”. O Balaio Café, na Asa Norte, recebeu pessoas de diferentes áreas de atuação interessadas em saber mais sobre o conflito agrário ocorrido há vinte anos no sul de Rondônia.

Exatamente 30 dias depois do evento de lançamento em São Paulo, já se pode dizer que o trabalho tem cumprido um papel importante no resgate histórico de um capítulo esquecido do Brasil pós-ditadura. Enquanto a maior parte da imprensa decidiu ignorar o “aniversário” de duas décadas do caso, no último 9 de agosto, o livro-reportagem foi um instrumento importante para quem não quis deixar a data passar em branco. Leitores de todo o país têm enviado mensagens de apreço por Corumbiara, caso enterrado, enaltecendo a tentativa de mostrar a complexidade das diferentes versões sobre o caso.

Em julho de 1995, famílias sem-terra ocuparam um pedaço da fazenda Santa Elina, de 18 mil hectares, localizada entre Corumbiara e Chupinguaia, em Rondônia. Durante operação de reintegração de posse iniciada na madrugada de 9 de agosto, doze pessoas morreram – nove posseiros, dois policiais e uma pessoa não identificada. Cinco anos mais tarde, foram condenados três PMs e dois líderes da ocupação. O resumo desta história em um parágrafo é insuficiente. Por entendermos que é preciso ir muito mais a fundo, lançamos Corumbiara, caso enterrado.

Agora, vamos à próxima etapa. O livro será debatido no dia 3 de setembro, às 19h30, na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Os professores Dennis de Oliveira e Luciano Maluly, do Departamento de Jornalismo e Editoração, reunirão os alunos para uma conversa com o autor, João Peres, e com o coordenador editorial da Editora Elefante, Tadeu Breda. O evento é aberto ao público. Esperamos vocês!


 Leia também:

Corumbiara, caso enterrado será lançado em Brasília

Livro sobre Massacre de Corumbiara repercute na mídia nacional

Na semana em que ignoramos o ‘massacre de Corumbiara’, outra tragédia nos bate à porta

MESQUITA, H. A. Corumbiara: o Massacre dos Camponeses. Rondônia, 1995. 2001. Tese (Doutorado em Geografia Humana) FFCLH/USP. São Paulo. Acesso em:  http://revista.fct.unesp.br/index.php/pegada/article/viewfile/887/905

FILME "CORUMBIARA - O MASSACRE DOS CAMPONESES"

09 DE AGOSTO 20 ANOS DO MASSACRE DE CORUMBIARA


terça-feira, 11 de agosto de 2015

A LUTA DE CLASSES: Domenico Losurdo

A Boitempo lança o livro A luta de classes: uma história política e filosófica, do marxista italiano Domenico Losurdo. Depois de seu aclamado A linguagem do império: léxico da ideologia estadunidense, Losurdo se volta para o conceito e a prática da luta de classes e sua atualidade diante da atual crise econômica que se alastra, e provoca: “é certo que a luta de classe tenha de fato desaparecido?”

 

A LUTA DE CLASSES: Domenico Losurdo

UMA HISTÓRIA POLÍTICA E FILOSÓFICA

Domenico Losurdo, Boitempo Editorial



A luta de classes acabou? É ela somente o conflito que se verifica na fábrica entre operário e capitalista? Eis algumas reflexões a que nos convida a obra do filósofo italiano Domenico Losurdo. 
Munido de um materialismo histórico que reconhece suas raízes em Hegel e sem abdicar da herança deixada não só por Marx e Engels, mas também aquela de grandes teóricos e revolucionários marxistas, a obra de Losurdo, em doze capítulos de apurado senso crítico, abre-se a um rigoroso debate com importantes expoentes do pensamento filosófico de ontem e de hoje. Percurso, aliás, no qual o leitor é levado a encontrar curiosas afinidades. Jürgen Habermas e Hannah Arendt esposaram o ocaso da luta de classes já sob o capitalismo, o primeiro fazendo ver as conquistas do Welfare State, a segunda sustentando de modo miraculoso e unilateral a função redentora da tecnologia. Mas não teriam sido os liberais Alexis de Tocqueville e J. S. Mill, ainda no século XIX, a lançar a ideia da dissipação das classes por obra do progresso europeu? Para o autor, mais sólidas são as conclusões do Manifesto comunista: a sociedade burguesa não aboliu as classes, apenas “estabeleceu novas condições de opressão” (p.73).
E é a Marx que a obra nos faz voltar para demonstrar que a luta de classes, mais que esvaecida, deve ser declinada no plural. Assim, não faria sentido a oposição entre emancipação e reconhecimento, cara à tese da primazia hodierna da luta feminista, dos afrodescendentes. E nesse quadro plural emerge também a luta nacional, até mesmo em sua dimensão diplomática ou geopolítica. Parte-se das referências de Marx às lutas de independência da Irlanda, do Lenin que se debruça sobre o problema do imperialismo, da Argélia que interessou a Fanon, da China de Mao e Deng. Uma discussão, de fato, essencial ao Brasil de hoje, envolto em acerbadas lutas de rua, mas também em um ciclo de reconhecimento de direitos e ainda em uma nova configuração geopolítica mundial.
Texto de Marcos Aurélio da Silva] Professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Fonte: SILVA, Marcos Aurélio da, Le Monde Diplomatique Brasil, julho 2015, pg. 39.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Livro sobre Massacre de Corumbiara repercute na mídia nacional


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Previsto para ser lançado no próximo dia 20, em São Paulo, o livro “Corumbiara, caso enterrado” (capa do livro na imagem principal desta matéria) deve promover o resgate de um dos episódios mais trágicos da história do Cone Sul de Rondônia. O conflito entre sem-terra e policiais militares na zona rural de Corumbiara resultando na morte de 12 pessoas aconteceu em agosto de 1994, e até hoje seu desfecho ainda é motivo de questionamentos, os quais são potencializados por uma espécie de “lei do silêncio” que paira sobre o caso.
Mas graças ao trabalho do jornalista paulistano João Peres o episódio deve voltar a ser debatido. Fruto de um intenso trabalho de pesquisas feitas pelo repórter, que entre 2.013 e 2.014 esteve várias vezes em Rondônia para ouvir pessoas que tiveram relação com o caso, o livro já começa a causar repercussão antes mesmo do lançamento. A obra está sendo lançada pela Editora Elefante.
No último dia 29 o próprio autor do livro-documentário produziu matéria relatando os bastidores de sua empreitada no site Agência Pública (referência de reportagens e jornalismo investigativo), a qual foi reproduzida ontem (quinta-feira 02) na página eletrônica da Carta Capital, uma das mais respeitáveis revistas de notícias do país.
No texto, Peres descreve a dificuldade que enfrentou para quebrar o silêncio de vários implicados no ocorrido, e o clima de tensão que paira sobre a comunidade em geral quando o assunto diz respeito a questão fundiária. Além da matéria, ilustrada com várias fotos, o autor também disponibilizou aos interessados o primeiro capítulo de seu livro na íntegra.
 Confira nos links abaixo as duas reportagens:


Leia o primeiro capítulo de “Corumbiara, caso enterrado”:
No profile abaixo da rede social Facebook mais informações sobre a publicação:
Foto: Divulgação

quinta-feira, 2 de julho de 2015

EM ENCONTRO ESTADUAL CTB RELEMBROU VÍTIMAS DO MASSACRE DE CORUMBIARA

O Presidente da central, Francisco Batista, falou sobre a importância de falar sobre o assunto.


Porto Velho, RO – O presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) em Rondônia, Francisco Batista, disse que um dos maiores motes abordados no encontro estadual da entidade, que foi realizado nos dias 27 e 28 em Ariquemes, foi o de relembrar as vítimas do massacre de Corumbiara.
“Relembrar as vítimas do massacre de Corumbiara, que ocorreu há quase 20 anos, é nossa obrigação enquanto defensores dos trabalhadores. Pessoas sofreram e ainda não há uma resposta que possa acalantar as famílias dessa gente e a própria sociedade”, destacou Pantera.

domingo, 21 de junho de 2015

LIVRO DESMATAMENTO, GRILAGENS E CONFLITOS AGRÁRIOS NO AMAZONAS





Um dos livros mais expressivos sobre o problema agrário na Amazônia. Fundado em sua experiência, o autor historiciza a situação da luta pela terra na região amazônica, enfatizando o drama vivido pelos seringueiros, índios, posseiros e caboclos ameaçados pelo avanço do latifúndio e dos agentes a serviço dos “grileiros” e grupos interessados em ocupar e se apropriar das riquezas da Amazônia.
















AUTOR: JOSÉ BARBOSA DE CARVALHO. 262, pg.
Informações e vendas direto com Autor: José Barbosa de Carvalho barbosa_sepror@hotmail.com ou na LivrariaValer Manaus, com entrega via Correios para todo o Brasil.

Página no Facebook:


Um dos livros mais expressivos sobre o problema agrário na Amazônia intitulado “Desmatamentos, Grilagens e Conflitos Agrários no Amazonas” do Engenheiro e pesquisador agrônomo José Barbosa de Carvalho.

A obra é fundada no estudo da situação de luta pela terra na região amazônica, enfatizando o drama vivido pelos seringueiros, índios posseiros e caboclos ameaçados pelo avanço do latifúndio e dos agentes a serviço dos “grileiros” e grupos interessados em ocupar e se apropriar das terras e riquezas da Amazônia.

Aproximadamente 15 milhões de camponeses simplesmente não têm nenhuma propriedade rural, o que por si só explica a intensidade dos conflitos de terra que a cada dia cresce, em que segundo o autor, 1% dos proprietários rurais controla 50% das terras agricultáveis, onde a maioria dessas terras simplesmente não está incorporada ao processo produtivo, cenário propício à conflitos.

A obra trata ainda da questão indígena, as grilagens de terra no Amazonas, os conflitos aquáticos e agrários, os desmatamentos e queimadas, a lei de regularização fundiária na Amazônia e as metas fixadas pelo Brasil no encontro de Copenhague (cop-15).

Desmatamentos, Grilagens e Conflitos Agrários no Amazonas, por apresentar uma pesquisa feita com precisão e riqueza de dados, serve como material de consulta obrigatória para professores, estudantes, profissionais de agronomia e todos aqueles que de uma forma ou outra vivem a questão agrária no Amazonas.

José Barbosa de Carvalho nasceu no ano de 1954 em Cambira, município de Jandaia do Sul, Estado do Paraná. Aos 16 anos de idade, chegou à Amazônia acompanhado da família que, incentivada pelo regime militar, fixou-se no km 101 da rodovia Transamazônica com o objetivo de “explorar” uma colônia do Incra, de cem hectares. Em 1973, transferiu-se para Manaus a fim de prosseguir seus estudos e trabalhar na construção do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Formou-se engenheiro agrônomo em 1984, pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Foi repórter do jornal Tribuna da Luta Operária e editor de o Tribuna da Chapada.

Desde então ocupou cargos de destaques na área da Administração Agrária no Estado, o ultimo deles é Assessor I, na Sepror, Secretaria de Estado de Produção Rural desde 2007.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

GOG NO #3º ENCONTRO DE BLOGUEIROS E ATIVISTA DIGITAIS DO PARANÁ


O 3º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná - #3ºParanáBlogs, ocorreu em Curitiba nos dias 12 e 13 de junho de 2015, no  Auditório da Sede Estadual da APP-Sindicato, Av. Iguaçu, 880, Piso Térreo, onde encerrou sua programação com a apresentação do Gog, o Poeta do Rap Nacional, por volta das 19 horas.
A apresentação ocorreu logo após a leitura da Carta com a Resolução do encontro, o show do rapper foi acompanhado pelo DJ Marola e o músico Victor Victrola, que se apresentaram durante quase uma hora.


Veja abaixo um dos vídeos da  apresentação:-







Genival Oliveira Gonçalves (Sobradinho, DF, 1965), mais conhecido pelo seu nome artístico GOG é um rapper, cantor, e escritor brasileiro. É um dos pioneiros do movimento rap no Distrito Federal. Desde o início da carreira, ganhou a alcunha de Poeta. Seu mais recente trabalho é o DVD Cartão Postal Bomba!, lançado em fevereiro de 2009. Seu primeiro disco de carreira foi gravado no ano de 1992.


Leia também:

http://blogoosfero.cc/o-charuto/blog/3o-parana-blogs-debate-a-ofensiva-da-direita-e-movimenta-a-periferia-na-regiao-de-curitiba

domingo, 7 de junho de 2015

PRETO ZEZÉ DAS QUADRAS CONVIDA A TODOS PARA O #3ºPARANÁBLOGS


Em vídeo Preto Zezé das Quadras convida a todos para o 3º Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná que ocorrerá os dias 12 e 13 de Junho no Auditório da Sede Estadual da APP-Sindicato, Av. Iguaçu, 880, Piso Térreo - Bairro Rebouças - Curitiba - Paraná – Brasil.




Francico José Pereira conhecido como Preto Zezé, nascido e criado nas Quadras, ex-lavador de carros, é músico, consultor de projetos sociais, produtor cultural, ativista, empreendedor e Presidente Nacional da Central Única das Favelas (Cufa). A cultura de rua, a vida urbana e as favelas do Brasil têm marcado sua trajetória de vida!

Para conhecer a CUFA: - http://www.cufa.org.br/ceara/


INSCRIÇÕES para o evento clique aqui: - ATENÇÃO: APÓS O ENVIO DO FORMULÁRIO PREENCHIDO, PEÇA CONFIRMAÇÃO NO E-MAIL paranablogs@blogoosfero.cc 


sábado, 2 de maio de 2015

NOTA DE REPÚDIO DA ASSOCIAÇÃO PARANÁBLOGS


Nota de repúdio da Associação ParanáBlogs ao Massacre do Centro Cívico

Associação dos Blogueiros e Ativistas Digitais do Paraná– ParanáBlogs, manifesta seu apoio à greve dos professores e educadores públicos do Estado e repúdio ao Massacre ocorrido em Curitiba contra professores, educadores, servidores, blogueiros, estudantes e demais cidadãos, no dia 29 de abril de 2015, pelas forças policiais sob coordenação do governo Beto Richa (PSDB).
Em sua luta pela democratização dos meios de comunicação e da liberdade de expressão, a Associação ParanáBlogs acredita que a Democracia se faz com respeito às pessoas que se manifestam, com um Parlamento aberto ao povo, um Poder Executivo que persiga a redução das desigualdades e um Poder Judiciário independente dos demais Poderes e do Mercado.
Neste primeiro de maio, que ficará para sempre marcado em nossa memória e história, pelas repugnantes violações de direitos praticadas pelo governo do Estado contra seus trabalhadores e suas trabalhadoras, queremos render nossas homenagens e repudiar qualquer redução ou precarização dos direitos trabalhistas e o PL 4330, que permite a terceirização das atividades-fim.
Em Curitiba, 1º de maio de 2015



Fonte: http://paranablogs.com.br/nota-de-repudio-da-associacao-paranablogs-ao-massacre-do-centro-civico?_=1430621131 

domingo, 19 de abril de 2015

MPM OCUPA TERRENO VAZIO NA CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA

Cerca de 400 famílias de trabalhadores sem-teto organizados pelo MPM - Movimento Popular por Moradia, que faz parte da Frente Nacional de Movimentos Resistência Urbana – ocuparam na madrugada desta sexta (17/04) uma área de 145.200 m² na Cidade Industrial de Curitiba (PR).

O terreno há muito tempo se encontrava completamente abandonado. Consta que o proprietário está em falência desde 2009 e que o terreno possui uma série de dívidas de IPTU dos anos 2008, 2009, 2019, 2011, 2012. O terreno também já foi pego abrigando ilegalmente lixo e resíduos perigosos do aterro privado Essencis, colocando em risco o meio ambiente e a saúde pública.

Reivindicação 
O MPM reivindica uma política habitacional definitiva para atender as centenas de famílias que realizam a ocupação, com a destinação do terreno para moradias populares, assim como serviços públicos de qualidade no bairro para beneficiar o conjunto da comunidade. O imóvel será melhor utilizado abrigando famílias que esperam há muito tempo uma resposta do poder público para o déficit habitacional de Curitiba.
As famílias vão permanecer no local até haver alguma negociação e as famílias consigam sua moradia digna que é um direito Constitucional e Democrático. A ocupação foi batizada com o nome Tiradentes, mártir daInconfidência Mineira e herói nacional.
Enquanto morar for um privilégio, ocupar é um dever!

Fé na luta e pé no chão!

Endereço: Rua dos Palmenses, 3721.
Ocupação Tiradentes
MPM – Movimento Popular por Moradia
Frente Nacional de Resistência Urbana


Fonte de informação:
Fernando Marcelino- https://www.facebook.com/fernando.marcelino.5?fref=ts
Poderá ler também em:


Para melhorar as condições do acampamento e a vida das 400 famílias lá acampadas, começamos uma campanha de coleta de alimentos, madeira e lona. As doações vão possibilitar a construção de uma cozinha comunitária e a melhoria nos barracos dos acampados.

As contribuições precisam ser entregues diretamente no local da ocupação: rua dos Palmenses, 3721, que fica em frente à Sanepar, nas proximidades da Ocupação Nova Primavera.

quarta-feira, 18 de março de 2015

ESCREVER UM TRECHO É SIMPLES. E UM TEXTO?


Quero ver escreve um texto. Escrever textos longos, com cinco ou seis expressões é pouco, mostrem desempenho.
Posso me referir, conforme descrito no topo textos sem o léxico proposto. Com um conjunto de verbetes, sem neologismos ou mesmo termos novos. Descrevo e procuro ser rigoroso, coloco termos técnicos ou científicos se for preciso.
Cito por exemplo o Governo Presidido pelo PT, este Governo trouxe progressos, ou melhor, vem desenvolvendo métodos econômicos diferentes do que foi visto por governos pretéritos. Como podem ver impossível isto ocorrer em Governos Metódicos e Ortodoxos.
Como dito, por ser Heterodoxo e destemido, este governo desenvolveu métodos e conteúdos dispostos em ordem diferente do instituído pelo histórico econômico vigente por séculos neste território.
Nem podemos desmentir o que foi feito neste Governo, como é o óbvio que nós mesmos vemos ocorrer.
Visto que o Povo quis e o PT trouxe, no momento certo, um Governo de Desenvolvimento, Progresso e Fé. Impossível isto ocorrer em Governos Pretéritos, Ortodoxos, Metódicos ou mesmo Burgueses.
Um Governo com denodo, destemor e disposto, com domínio específico do que se propôs.
Isto é crédito de quem? Do Governo Presidido e composto por Grupos coesos em pensamentos ideológicos, como PT e PCdoB, entre outros evidentemente.


terça-feira, 17 de março de 2015

De A a Z – De Z a A


A bela cidade, devidamente, esplendida, famosa. 
A biltre cidade, demais eficiente? Falácia!
Ah! Beneméritos cidadãos desta elegância forçada. Gente hipócrita induz julgo Kennediano, lorota, moral nefasta oportunista.
Por quem rezam suas transmitidas ufanistas vozes?  Washington, Xangai, Yokohama, Zimbábue?
Faltam esforços, dúvidas certamente, críticas burguesas abomináveis.
Fizeram esta dantesca civilização, barbárie antológica.
Zombem yankees xambouqueiros, Washington valoriza unicamente todos seus reacionários, queridas pessoas onipresentes neste mundo louvado.
Ketchup já implementa hoje gastronomicamente fonte  explorável da culinária  babaca. Acreditam?
Acreditam. Bem certamente duvidam, então fodam-se!

domingo, 8 de março de 2015

CHICO CARUSO (e se fosse a mãe)


Chico Caruso, deduzo e acuso como escuso,  obtuso, confuso, mentalmente contuso, das  palavras que conduzo e produzo, a reacionário o reduzo.

De um Humor já em desuso, comete abuso, me recuso ao ver o couso ao qual concluso e induzo. Caruso se acha infuso e profuso, na verdade lambuzo de pensamento recluso.

Das palavras que introduzo e descruzo, com ideias multiuso, digo Caruso sujeito obtuso, escuso, lambuzo e de pensamento recluso.

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