sábado, 7 de abril de 2012

CORE-ETUBA A CAPITAL ILÓGICA OU ANFIBOLÓGICA

esgoto
Carga de esgoto no Rio Belém

Consultando um léxico da Web o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, observei o termo decepção, que segundo este significa: – Ilusão perdida; – Desapontamento; – Malogro de uma esperança; – Desilusão. Mas o que isto tem a ver com a CORE-ETUBA, em parte muito com a atual administração. Como poderemos ver mais a frente.

Consultando também alguns escritos de cadernos, alfarrábios e websites sobre a falácia, resumimos que: - O estudo das falácias está voltado para a identificação de erros no raciocínio ou na argumentação, mais especificamente naqueles raciocínios ou argumentos que, embora incorretos, podem ser psicologicamente persuasivos.

Dentro do estudo das falácias há aquelas que são consideradas, falácias formais e falácias informais, ambas visam de alguma maneira validar a estrutura lógica do raciocínio dando a este uma interpretação falsa dos fatos, podendo ser de maneira proposital ou não.

Destas vamos nos ater a alguns tipos das falácias informais ou também conhecidas como não-formais, ou seja, aquelas que não são identificadas com a utilização de padrões para validação de inferências. Falácias informais podem ser divididas em: - falácias de relevância; e falácias de ambiguidade.

As falácias de relevâncias partem de raciocínios cujas premissas são logicamente irrelevantes para as suas conclusões. Portanto são incapazes de estabelecer a verdade dessas conclusões. Estas ainda são subdivididas em treze subitens, que dentre elas destacarei a conhecida como apelo à popularidade. Esta falácia, o apelo à popularidade (Argumentum ad Populum), é muito comum em figuras públicas que deveriam representar a nossa sociedade. Nesta há a tentativa de ganhar a concordância popular despertando paixões e entusiasmos da multidão com o uso de elementos que atraem o interesse da maioria, como por exemplo: a contratação de vários shows musicais e apresentações artístico-culturais que tem por finalidade não a admirabilidade da população, mas sim o interesse de mostrar vários pontos “estratégicos” da cidade na tentativa de atrair grupos econômicos e empresariais com a finalidade de “negociações”. “Negociações”, estas que podem estar por trás de interesses que variam desde as privatizações ou terceirizações de espaços públicos, a exemplo do que ocorre nesta cidade durante a “Virada Cultural”.

Para entender melhor a falácia da ambiguidade, devemos conhecer bem o seu segundo termo, que é a ambiguidade. Ambiguidade é algo que leva mais de uma interpretação, levando-nos a incerteza (dúvida), ou seja, a disposição das palavras de modo a poder lhes atribuir mais de um sentido (anfibologia). As falácias de ambiguidade são subdividas em cinco subitens, destas a que melhor representa seria a falácia da anfibologia que cabe muito bem a administração pública da nossa cidade.

Deixando as falácias de lado, entremos num termo utilizado pela biologia o ecótipo, que seria uma variedade de uma espécie vegetal ou animal geneticamente adaptada ao meio por seleção natural. Fazendo um paralelo com alguns representantes públicos, poderíamos dizer que um “político ecótipo” seria uma variedade de político que se adapta ao meio de acordo com o interesse de determinados grupos que o financiam, lobbys, “negociatas” e estratégias que os mantém no poder. Geralmente o “político ecótipo” está pouco interessado no bem estar social, mas sim na sua perpetuação no poder. Exemplos clássicos de “políticos ecótipos” ocorrem muito em uma família do Maranhão, assim como na família dos Magalhães.

Voltando a discutir o primeiro parágrafo, sobre a decepção. A decepção acontece também quando você descobre que o caráter e as atitudes de “um certo” Prefeito de uma “certa” Capital que muitos conhecem não combinam com o seu sorriso, mesmo que meio sem graça. E a prova maior fica por conta de suas atitudes, que nem mesmo condizem com as orientações políticas-ideológicas do Partido que representa, ou mesmo da sua posição de quando era estudante universitário e militava na UPE considerado por muitos de seus colegas como um “Militante Radical de Esquerda”, que ao inverso de tudo que representava tornou-se totalmente o oposto de tudo o que defendia em sua juventude.


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